Anais da Pesquia Científica do CEUT Ano IV - nº 04 - Dez. 2007

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Título: Doenças Reumáticas em Portadores de HIV

Autores:
ALVES, Cibelle Maria Sampaio (Universidade Estadual do Piauí - UESPI)
MOURA, David Reis (Universidade Estadual do Piauí - UESPI)
ANDRADE, Telmo Macedo de (Universidade Estadual do Piauí - UESPI)

Orientador(a):
CARVALHO, Kelsyane de Castro (Universidade Estadual do Piauí - UESPI)

Palavras-chave: Doenças reumáticas. HIV. Diagnóstico precoce. Tratamento precoce.

Resumo: As doenças reumáticas em portadores de HIV são freqüentes, estimando-se que cerca de 70% dos indivíduos soropositivos apresentam algum distúrbio. Dentre as patologias reumatológicas, estão entre as mais freqüentemente relacionadas à AIDS as artrites infecciosas, as artralgias, as miopatias, as vasculites, o lúpus eritematoso sistêmico, a síndrome linfocítica infiltrante difusa e a fibromialgia. O diagnóstico e o tratamento destas doenças devem ser o mais precoce possível, pois a evolução em pacientes aidéticos é mais rápida e agressiva do que em indivíduos não infectados, uma vez que aqueles se apresentam imunologicamente deficientes. Este estudo tem o objetivo de atualizar os conhecimentos sobre as doenças reumáticas associadas ao HIV/AIDS, enfatizando a fisiopatologia, o diagnóstico e o tratamento dessas doenças. Para isso, realizou-se uma revisão de artigos nacionais e internacionais nas bases de dados Scielo, Bireme, Medline e Cochrane, além de livros e revistas referentes ao tema e outros endereços eletrônicos. De acordo com os resultados encontrados verifica-se que doenças como artrite infecciosa, artralgias, miopatias, vasculites, lúpus eritematoso sistêmico (LES), síndrome linfocítica infiltrante difusa (DILS) e a fibromialgia são as mais freqüentes e mais encontrados nos pacientes com HIV. Pode-se então concluir que há grande prevalência de distúrbios reumáticos associados à pacientes portadores de HIV e também a importância do diagnóstico e do tratamento precoce destes distúrbios, pois as complicações crônicas nesses indivíduos são mais graves e intensas do que naqueles imunologicamente normais.


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